Entre o Ser e o Parecer: A Ruptura na Governança Continental e a Nova Ordem Soberanista
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| A "pinça" se fecha sobre o continente latino americano (afpp-ia) |
por Antonio Fernando Pinheiro Pedro
PREÂMBULO
Escrevo este ensaio para analisar, de forma estratégica e objetiva, o processo de reorganização geopolítica que atravessa as Américas no momento em que o paradigma globalista entra em colapso.
O progressismo globalista é sustentado por engenharia social, captura institucional, apartheid cognitivo e impressionante concentração financeira. Se a globalização, desde as navegações, produziu profundas mudanças na geografia humana do planeta, o Progressismo Globalista - a pretexto de padronizar normas comportamentais, orientações políticas e facilitar a gestão econômica por meio de um não declarado "governo mundial", produziu instabilidade, perda de soberania nacional, de soberanias popular e digital, expansão do narcoterrorismo transnacional e corrupção endemica.
Diante desse cenário, Estados soberanistas e movimentos de restauro dos valores ocidentais buscaram reagir ao processo, obtendo força necessária para gerar uma onda de transformações em escala global.
Foi nesse contexto que os Estados Unidos, sob o governo Trump, adotaram uma doutrina de segurança continental e assumiram a iniciativa de transformação do entorno continental, visando extirpar o progressismo globalista das Américas.
O ferramental americano inclui o Escudo das Américas, a classificação de narcoterrorismo como ameaça aos EUA e atividade passível de sofrer repressão transnacional, uso de instrumentos tarifários e econômicos de empoderamento local, como a Seção 301 e medidas estratégicas oficiais no campo militar e diplomático, ampliando o espectro de frentes de conflito a serem enfrentadas.
O Brasil, por sua posição estratégica e por sua vulnerabilidade institucional, tornou-se agora o ponto crítico dessa transição.
Este ensaio, portanto, examina o colapso do progressismo globalista no contexto das Américas, a estratégia americana de contenção, a crise do regime progressista brasileiro, o objetivo de uma nova ordem continental pós‑globalista e a necessidade de ruptura institucional para enfrentar todas as disfunções provocadas pelo fenômeno..
SUMÁRIO
Neste ensaio tomo a lógica de Júlio César como chave interpretativa da engenharia social de aparências do progressismo; analiso o colapso do paradigma globalista; descrevo a estratégia americana de fechamento da pinça continental com base em atos e doutrinas oficiais; exponho o comprometimento do regime brasileiro com o fenômeno e sua vulnerabilidade geopolítica. Também defino o objetivo estratégico de uma nova ordem continental pós‑globalista; detalho a necessidade de ruptura institucional para combater o narcoterrorismo no Brasil e concluo, com uma síntese dura e realista, pela necessidade de cortar o nó górdio que impede a estabilização das Américas.
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| “Quando o poder precisa 'parecer justo', até César é chamado a depor — e o regime, sem pudor, interroga a aparência como se fosse essência...” (afpp-ia) |
I. A lógica de Júlio César e o borrão da engenharia social
Aprendi com Júlio César que o poder se sustenta tanto no que é quanto no que deve parecer ser.
A aparência molda percepções, legitima ações e define o campo de batalha antes que qualquer espada seja levantada. No mundo contemporâneo, essa lógica se aplica a sistemas inteiros.
O progressismo globalista construiu sua força sobre essa aparência. Ele parece libertário, mas corroí liberdades e soberanias; parece inclusivo, mas segrega e concentra poder; parece moral, mas dissolve valores. Parece, enfim, democrático, mas relativiza o valor da soberania popular e a própria democracia.
As linhas borradas entre discurso e prática formam o instrumento perfeito para o fenômeno disfuncionalizar a cognição coletiva e permitir a infiltração de agendas corrosivas supranacionais.
Hoje, a geopolítica soberanista opera o movimento inverso: busca limpar o borrão. Quer expor o que estava dissimulado, reclassificar riscos, reforçar os valores da busca pela prosperidade no Estados Nacionais e apertar a pinça da direita restauradora dos valores ocidentais sobre os nocivos vetores de instabilidade continental.
II. O quadro global e o esgotamento do paradigma globalista
O mundo vive o colapso simultâneo de um modelo que se sustentou por décadas. O progressismo globalista foi um fenômeno apoiado por cartéis financeiros especulativos, academias e intelectuais engajados no marxismo cultural, organizações partidárias social-democratas e radicais, ativistas identitários, climáticos e sociais, todos empoderados e projetados pela burocracia incrustrada nos organismos e entidades multilaterais. Uma tragédia proselitista usada como dissimulação para exercer um controle uniforme nos mercados, cuja engenharia social entrou em fadiga estrutural.
Desde a passagem do século, no entanto, o fenômeno vem apresentando falhas irreversíveis, sinérgicas e acumuladas. A sucessão de crises financeiras revelou a fragilidade da liquidez global. Fundos privados limitaram resgates. Investidores migraram para títulos soberanos. Escândalos de corrupção revelaram uma cultura de arrogância tóxica. A confiança nas instituições multilaterais simplesmente se esvaiu.
A desindustrialização sistêmica apresentou quadros de exclusão em escala, desemprego, fenômenos migratórios, miséria perene, dependência de cadeias produtivas externa e incremento no número de conflitos bélicos regionais. A moda de mitigar o problema estrutural com programas de "transferência de renda" e "inclusão", cultivou profunda disfunção cognitiva e "viciou" o tecido social a depender de dispendiosos mecanismos políticos assistencialistas.
A chancela do fracasso como regra estigmatizou gerações de desalentados.
A frouxidão do discurso da diversidade sem parâmetros morais, a criminalização de "fobias" e a tolerância absoluta e coercitiva para com intolerantes absolutos, revelou a "Síndrome de Chamberlain" adquirida pelos governos "progressistas" da União Europeia. A ingenuidade hipócrita atraiu para o interior das fronteiras europeias e americanas o ódio perverso à cultura, aos valores e aos costumes ocidentais.
A crise institucional decorrente da implosão do edifício globalista agora se espalha também pelas Américas. A hiperpolitização do cotidiano desgastou a legitimidade das instituições e a judicialização da política substituiu governança por litígios permanentes.
A crise cultural revela-se grave. Ela dissolveu valores tradicionais, fragmentou identidades e desfigurou comportamentos por meio do "politicamente correto". A engenharia social globalista transformou causas legítimas em instrumentos de controle político. A agenda disfuncional gerou apartheid cognitivo e desagregação.
A crise de soberania, por sua vez, tornou-se incontornável. Estados perderam controle territorial. Facções criminosas infiltraram estruturas públicas. Agendas supranacionais relativizaram a autoridade nos Estados nacionais. A soberania popular foi relativizada e a soberania informacional censurada.
Esse conjunto de crises revela o atual esgotamento do paradigma globalista.
O modelo não volta. O velho corrói o meio e o novo ainda está nascendo.
III. A estratégia americana e o fechamento da pinça continental
A política norte‑americana opera hoje com clareza estratégica.
O Partido Republicano e demais setores responsáveis pela tutela dos valores da América aprenderam com os próprios erros e, sobretudo, aprenderam com o desastre europeu. O objetivo de todo esse movimento, agora, é reduzir as vulnerabilidades internas e externas que permitiram a infiltração do progressismo globalista no tecido institucional do continente.
A preocupação pós colonial de combater o eurocentrismo, inserido na Doutrina Monroe do Século XIX, foi reativada sob nova roupagem no Século XXI com a edição da nova Estratégia de Segurança Nacional ((National Security Strategy - NSS), dos Estados Unidos.
A reindustrialização interna e a regionalização das cadeias produtivas, por sua vez, buscam reduzir dependência de estruturas supranacionais. Essa estratégia já estava sendo armada no final do primeiro governo Trump e resultou na Ordem Executiva 14017 (Executive Order 14017 - America's Supply Chains), editada em 2021por Biden. Já no segundo governo de Trump, a America First Trade Policy: agenda comercial anual liderada pelo Representante de Comércio dos EUA (USTR), utiliza o uso estratégico de tarifas e acordos para forçar o reshoring (retorno da produção) e o fortalecimento do comércio regional. Ordens Executivas "Buy American, Hire American" formam um conjunto normativo que orienta agências do governo federal a priorizar a compra de produtos fabricados nos EUA e aperfeiçor a fiscalização para evitar fraudes em selos de procedência nacional.
Investimentos em Cadeias Críticas- documentados e direcionados aos departamentos de Guerra e Interior, mapeiam vulnerabilidades em minerais críticos, medicamentos e tecnologia, incentivando a produção local e de parceiros regionais. A Seção 301, aplicada em disputas comerciais, reforça soberania econômica ao enquadrar práticas consideradas lesivas à indústria americana.
Já o Escudo das Américas, apresentado em discursos oficiais e já implementado com vigor em ações conjuntas dos EUA com países parceiros, como o Equador, Paraguai e Costa Rica, estrutura uma arquitetura de proteção continental, com foco na segurança de fronteiras, inteligência e combate articulado ao crime transnacional.
Se a Nova Doutrina de Segurança dos EUA enfatiza a soberania, a integridade territorial e o combate a organizações criminosas transnacionais, a Seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA) e ordens executivas como a Ordem Ex. 14157 e a Ordem Ex. 13224, tratam o narcoterrorismo como ameaça continental, bem como indivíduos e autoridades que de alguma forma auxiliem essas atividades.
O exemplo de El Salvador, sob a liderança de Nayib Bukele, é citado em debates internacionais e demonstra que ações firmes e implacáveis em favor da Lei e Ordem, podem recuperar territórios capturados por facções criminosas e devolver paz e segurança à população civil.
A posição firme do governo dos EUA, portanto, reforça a cooperação continental para enfrentar o narcoterrorismo, o crime organizado, a corrupção e a infiltração institucional - mormente a degradação expressada por evidências e aparências dos regimes esquerdistas remanescentes na América Latina, sua jusburocracia ativista e seus dirigentes. Essa cooperação não relativiza soberania; fortalece-a.
Esses vetores compõem a pinça geopolítica. Eles são estruturais e se fecham sobre os aparelhos ideológicos do progressismo globalista.
IV. A crise de governança brasileira: vulnerabilidade estratégica
O Brasil tornou-se o ponto fraco do continente. Perdeu controle territorial. Perdeu racionalidade institucional. Perdeu coesão cultural. Perdeu capacidade de decisão. Perdeu a batalha iniciada contra a corrupção. Tornou-se vulnerável ao crime organizado, à captura burocrática e à manipulação cognitiva do ativismo esquerdista.
A máquina jusburocrática é parte integrante dessa perda sistêmica de controle soberano. Ela foi deformada por hiperativismo e captura ideológica, após um processo top-down comandado pela pior judicatura da história do país, instalada no STF, Tribunais Superiores e auxiliada por militantes inoculados nos Ministérios Públicos.
Esse processo não ocorreu por acaso, foi tramado paripassu com a assunção de dirigentes esquerdistas nos postos de governança do Brasil. entre os anos 1990 e neste Século.
A cultura foi substituída por sinalizações desagregadoras e imorais. A política foi reduzida a um lamentável teatro identitário. O mérito foi dissolvido e a soberania foi relativizada.
A vulnerabilidade geopolítica é incontornável. O Brasil ocupava posição estratégica no continente. Sua instabilidade atual, no entanto, compromete o equilíbrio regional.
A captura institucional do Estado por criminosos e organizações narcoterroristas, empresários inescrupulosos, políticos corruptos, burocratas servis a interesses inconfessaveis e uma profunda e generalizada ignorância e incultura, envergonha o continente e reduz o respeito internacional ao regime tupiniquim.
A vulnerabilidade territorial do controle do Estado, objetivamente, abriu portas para o narcoterrorismo transnacional. Por isso, o Brasil se torna o campo de batalha central da transição civilizacional. Afinal, a pinça geopolítica precisa apertar onde o borrão é mais profundo.
V. Objetivo estratégico: nova ordem continental pós‑globalista
A nova ordem continental pós‑globalista é o objetivo estratégico definido pelos soberanistas para o Continente Americano. Ela exigirá reconstrução profunda das estruturas de governança. Nela, a Soberania volta a ser princípio organizador.
Cada país precisa recuperar autonomia decisória, livre de agendas supranacionais, pressões ideológicas e ferramentas de repressão tecnocráticas.
Um princípio claro: Não há soberania nacional sem soberania popular efetiva.
Nesse sentido, a desclassificação dos documentos de inteligência norte americana, seja sobre interferência chinesa no controle de registros de eleitores e falhas de apuração nos Estados Unidos, seja sobre o complô chavista para manipulação programada das urnas eletrônicas nas eleições na Venezuela (com evidente respingo no Brasil e EUA), ordenada pelo governo americano, reforça a máxima de Júlio Cesar. Corrói não apenas a aparência, como também a real credibilidade das instituições públicas que deveriam garantir o livre exercício do voto popular.
Os poderes internos, portanto, precisarão ser reequilibrados.
O Judiciário deve recuperar sua função de árbitro, não de protagonista político sem mandato popular. O Legislativo deve legislar com racionalidade e higidez e o Executivo deve governar com clareza moral, transparência e autoridade. Talvez a crise no sistema idealizado por Montesquieu venha finalmente impor controle social efetivo da Soberania Popular sobre o organismo judiciário nos países que mantém essa máquina como algo alienado do contexto da sociedade.
Os sistemas informacionais precisam ser higienizados - sejam os mecanismos de transparência públicos, sejam os meios de comunicação. Informação deve informar, não desinformar, manipular ou condicionar. Portanto, no bojo da nova ordem pretendida, a mídia mainstream é um alvo estratégico.
A liberdade de expressão precisa ser protegida. A manipulação cognitiva precisa ser desarticulada.
A segurança continental demanda institucionalização. Não por outro motivo o Escudo das Américas deverá operar como arquitetura permanente de proteção territorial especificamente contra a esquerda, a supressão de direitos e o narcoterrorismo - exatamente nessa ordem. Nesse sentido o compartilhamento de inteligência é condição sine qua non.
A economia continental precisará ser reconstruída com base na soberania produtiva. Reindustrialização, regionalização e fortalecimento de mercados internos serão pilares dessa nova ordem. O retorno dos parques industriais ao continente, constituem condição para o alcance do desenvolvimento.
O combate à corrupção deverá ser enérgico e implacável. O fenômeno criou raízes em todos os quadrantes e tornou-se crônico. Deverá ser tratado cirurgicamente e, se necessário, com amputação de membros gangrenados.
O Brasil, nesse contexto, demanda desde agora, profunda reestruturação, higienização e estabilização. Sem recuperar a Ordem Democrática, a segurança e o pleno Estado de Direito no Brasil, nenhuma ordem continental se sustentará.
A nova ordem exige valores, mérito, responsabilidade, liberdade, moral judaico-cristã, identidade e racionalidade. Os parâmetros civilizacionais precisam voltar a ser referência.
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Mapa das áreas afetadas pela violência do crime organizado no Brasil (interlira-reports.com) |
VI. O combate ao narcoterrorismo no Brasil e a necessidade de ruptura institucional
O narcoterrorismo no Brasil já é uma estrutura de poder. Ele opera como Estado dentro do Estado... e no Estado. Enfrentá-lo exige coragem moral, vontade política e ruptura institucional. Ações saneadoras serão implacáveis - demandarão limpeza profunda na máquina jusburocrática e na estrutura financeira.
A ruptura é necessária para efetivar o controle territorial. O Estado precisa recuperar o monopólio da força e não o fará com proselitismo.
A ruptura institucional é inevitável para drenar as pústulas de corrupção e de militância ideológica instaladas na estrutura de Estado. Há hoje uma máquina burocrática pesada e onerosa, totalmente descompromissada com o interesse público. A máquina jusburocrática precisa ser reduzida, otimizada e eficazmente higienizada.
A ruptura com a estrutura financeira globalista também é obrigatória. Fluxos ilícitos precisarão ser rastreados e bloqueados. O Continente latino americano tornou-se uma imensa lavanderia - e o Brasil parece sediá-la.
A ruptura cognitiva será essencial. O país precisa recuperar clareza mental. Precisa reaprender a educar e a ensinar. A redução do QI medio da população em duas décadas não "parece ser" - de fato é; e a destruição das universidades brasileiras, tornadas "madrassas" esquerdistas, se revela na defenestração de todas elas do rol das cem melhores do mundo. Assim, o desastre revela a falência do sistema imposto todos esses anos a serviço do proselitismo em mérito.
A ruptura cultural será decisiva. Os valores básicos de nossa civilização precisam ser reconstruídos e a ação geoestratégica das Américas será suporte necessário para essa cirurgia.
Se o crime serviu de escudo para uma política permissiva criminosa, o Escudo das Américas, a classificação de narcoterrorismo como inimigo do Estado Democrático e o uso de instrumentos econômicos e fiscais para coagir governos e governantes a seguir as linhas da reconstrução, serão as espadas da vontade popular. Elas permitirão "cortar o nó" onde ele é mais resistente.
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| Como fez Alexandre, o nós górdio jusburocrático deve ser cortado (afpp-ia) |
VII. Conclusão: nós górdios não são desatados, são cortados
O continente está diante de um nó górdio.
Ele não se desfaz com paciência. Aliás, como o nó górdio original, o nó górdio é feito para jamais ser desatado...
O progressismo globalista deformou instituições, dissolveu valores, fragmentou identidades e abriu espaço para a corrupção, a permissividade e o narcoterrorismo transnacional. Esse é o nó que deve ser cortado e rompido com firmeza.
A nova ordem continental pós‑globalista será construída com soberania, mérito, racionalidade e estabilidade. Será uma ordem formada por Estados que controlarão seus territórios, protegerão suas populações e resistirão à infiltração de agendas ideológicas corrosivas e supranacionais.
Será uma ordem de instituições transparentes, que funcionam e decidem. Será uma ordem de economias que produzem e empregam. Será uma ordem de sociedades meritocráticas, que buscam a prosperidade, pensam e distinguem.
Essa ordem virá por decisão. Virá por corte. Virá pela coragem de enfrentar o progressismo globalista, classificando seus quadros e formas de pensar como algo corrosivo - como de fato foi e é.
A soberania virá pela determinação de higienizar instituições deformadas. Virá pela compreensão de que nós górdios não se desfazem: são cortados com a espada e a força da vontade popular.
O continente latino americano está diante de sua encruzilhada histórica. Ou corta o nó, ou será estrangulado por ele.
A nova ordem não espera. Ela exige ação. Exige clareza e demanda que se faça o uso corajoso da espada.
Referências:
- National Security Strategy of the United States. Washington, D.C.: The White House, diversas edições entre 2017 e 2025.
- Executive Order 14017 – America’s Supply Chains. Washington, D.C.: The White House, 2021.
- Executive Order 13224 – Blocking Property and Prohibiting Transactions With Persons Who Commit, Threaten to Commit, or Support Terrorism. Washington, D.C.: The White House, 2001.
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- PEDRO, Antonio Fernando Pinheiro. A Estratégia Nacional de Segurança dos Estados Unidos - in "The Eagle View" - visto em 18Jul26: https://www.theeagleview.com.br/2025/12/estrategia-nacional-de-seguranca-dos.html
- PEDRO, Antonio Fernando Pinheiro. Donald Trump e a Guerra de Doutrinas - in "The Eagle View" - visto em 18Jul26: https://www.theeagleview.com.br/2026/03/donald-trump-e-guerra-de-doutrinas-no.html
- PEDRO, Antonio Fernando Pinheiro. O Brasil na Geopolítica do Crime - in "The Eagle View" - visto em 18Jul26: https://www.theeagleview.com.br/2026/03/brasil-na-geopolitica-do-crime.html
- PEDRO, Antonio Fernando Pinheiro. Brasil: Narcoterrorismo e Soberania - in "The Eagle View"- visto em 18Jul26: https://www.theeagleview.com.br/2026/05/brasil-narcoterrorismo-e-soberania.html
- PEDRO, Antonio Fernando Pinheiro. A Nau dos Insensatos e a Síndrome de Chamberlain - in "The Eagle View" - visto em 18Jul26: https://www.theeagleview.com.br/2015/04/a-nau-dos-insensatos-e-sindrome-de.htm
Antonio Fernando Pinheiro Pedro é advogado (USP), jornalista e consultor estratégico e ambiental. Sócio fundador do escritório Pinheiro Pedro Advogados, é diretor da AICA - Agência de Inteligência Corporativa e Ambiental. Integrou o Green Economy Task Force da Câmara de Comércio Internacional, para elaborar o Green Economy Report da ICC, foi professor da Academia de Polícia Militar do Barro Branco, docente do NISAM - Núcleo de Informações e Saúde Ambiental da USP e Consultor do PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e do UNICRI - Interregional Crime Research Institute, das Nações Unidas. Possui vários trabalhos e consultorias publicados para o Banco Mundial, IFC e outros organismos multilaterais. Autor de vários artigos publicados, trabalhos em coletâneas e obras coletivas e da Obra "O Direito Ambiental no Contexto da Complexidade Social" ( Ed. Dia a Dia Forense - 2023). Membro do Instituto dos Advogados Brasileiros – IAB, integra o Conselho Superior de Estudos Nacionais e Política da FIESP - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Foi o Primeiro Coordenador do Centro de Estudos Estratégicos d o Insntituto Iniciativa DEX. Preside a tradicional entidade UNIÁGUA - Universidade da Água. Foi Secretário do Verde e Meio Ambiente (Gestão Régis de Oliveira) e primeiro Secretário Executivo de Mudanças Climáticas (Gestão Ricardo Nunes), da Cidade de São Paulo. Fundou e Presidiu a Comissão de Meio Ambiente da OAB SP, sendo declarado membro emérito pelo Conselho Seccional. Coordenou o Grupo Técnico organizado para elaborar o texto substitutivo do PL da Política Nacional de Mudanças Climáticas, na Relatoria do Deputado Federal Mendes Thame - apresentado, aprovado e sancionado em 2009. Como Jornalista, é Vice-Presidente da Associação Paulista de Imprensa - API e Editor-Chefe do Portal Ambiente Legal e responsável pelo Blog Analítico The Eagle View.
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